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  ECOLOGIA E COMPORTAMENTO
As pesquisas de campo com mico-leão-dourado selvagem começaram em 1983 na Reserva Biológica de Poço das Antas e foram ampliadas para outras áreas na Bacia do rio São João. Todos os micos monitorados são tatuados e têm a pelagem marcada. Um indivíduo, em cada grupo, usa um rádio-colar que facilita a localização dos micos. Todos os animais são acostumados à presença de observadores humanos. Isto significa que eles não mudam seu comportamento na presença de nossos pesquisadores. Dados coletados incluem informações sobre demografia e relações genéticas, comportamento e ecologia, movimentação dos grupos e uso do espaço, morfologia e reprodução, coleta de amostras de pelo e de sangue, para estudos de genética e doenças, e coleta de fezes para pesquisa hormonal.

Alguns de nossos resultados
Os micos-leões-dourados selvagens vivem em grupos relativamente estáveis, com média de 5.4 indivíduos. Os grupos, normalmente, têm uma fêmea reprodutiva, um ou dois machos adultos, e prole de até três filhotes. Evidências de comportamento sugerem que micos-leões-dourados são monógamos. Uma hierarquia social permite ao macho dominante do grupo monopolizar as copulações durante o período de provável fertilidade da fêmea. A gestação dura aproximadamente 130 dias. Fêmeas reprodutivas dão à luz gêmeos em outubro, no começo da estação chuvosa, quando recursos alimentares são mais abundantes. Ocasionalmente, elas produzem outra prole em março. Micos-leões-dourados são reprodutores cooperativos, ou seja, todos os adultos do grupo ajudam a prover comida para os filhotes no grupo, independentemente de seu relacionamento genético. A maioria dos micos dispersa de seu grupo natal na idade de 3 a 4 anos. Exceto na falta de um indivíduo reprodutivo, grupos estabelecidos geralmente estão prestes a migrar e aproximadamente 31% dos machos e 76% das fêmeas migrantes morrem antes de achar uma oportunidade de reprodução.

Micos-leões-dourados defendem seus territórios de 50 ha em média, áreas grandes em relação à pequena biomassa de um grupo de micos. Frequentemente, usam seus longos dedos para procurar pequenas presas escondidas em substratos como madeira morta e folhagens de palmeiras e também se alimentam de frutas. Durante períodos de baixa disponibilidade de frutos, os micos bebem o néctar de algumas flores. Normalmente, os micos dormem em buracos (ocos) de árvores, moitas de folhas ou emaranhados de bambu.

Predadores dos micos-leões-dourados incluem jiboias, gaviões, corujas, pequenos felinos, iraras e humanos. Em 1996, teve início um período de intensa predação de micos na Reserva de Poço das Antas. Esta predação foi diferente daquelas previamente registradas - este predador eliminou grupos inteiros de micos. A predação aconteceu durante a noite, em locais onde os micos dormem ou muito próximos destes. Evidências físicas sugerem que os predadores aumentaram a abertura dos ocos e mataram os micos quando eles tentaram escapar na escuridão.

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