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fragmentação
A exploração dos recursos naturais e a ocupação do território ao longo da costa atlântica brasileira desde a colonização européia têm sido os grandes responsáveis pela devastação da Mata Atlântica, um bioma formado por diversos ecossistemas associados que formam um ambiente essencial para 70% da população brasileira que habita esta região. Florestas, restingas, mangues e os ambientes aquático e marinho vêm sendo afetados pela perda de cobertura florestal, ocupação desordenada do solo, poluição e exploração predatória dos recursos.

O desmatamento vem confinando a Mata Atlântica e toda sua fauna e flora características aos remanescentes florestais, alguns pequenos e dispersos, outros maiores e representativos da rica biodiversidade de séculos atrás. O isolamento dos fragmentos pode comprometer seriamente a sobrevivência de espécies da fauna e da flora, porque impede o cruzamento entre indivíduos de linhagens genéticas diversas, interrompendo o fluxo gênico e diminuindo a variabilidade genética. Esta é uma das principais causas da extinção de espécies.

A Mata Atlântica desta região abriga as ultimas populações de micos-leões-dourados e de outras espécies endêmicas e ameaçadas de extinção. A grande diversidade de espécies, o alto grau de endemismo e as ameaças e pressões fazem desta uma das áreas prioritárias para a conservação da Mata Atlântica.

Entender o quanto as populações da fauna e flora resistem às condições adversas e sobrevivem nestes pequenos fragmentos, é fundamental para reverter este quadro de ameaça e evitar o comprometimento das funções ecológicas destes fragmentos – inclusive das Reservas Biológicas. Por isso, estamos estudando as causas e os efeitos da fragmentação da Mata Atlântica na bacia do rio São João e também as tendências futuras no uso do solo da região.

Estes conhecimentos são de extrema importância para subsidiar o trabalho conjunto com diversos órgãos de planejamento buscando a gestão integrada da paisagem, onde os diversos tipos de uso do solo sejam desenvolvidos de tal forma que permita o movimento das populações de fauna e flora por meio de ligações entre os fragmentos florestais isolados. Esta gestão integrada da paisagem resultará na formação de um verdadeiro Corredor Ecológico.
Criação Grevy•Conti Comunicação+Design - Adaptação e Desenvolvimento Mauricio Fernandes