Agricultores recebem atestados de transição agroecológica no interior do RJ
O IATA, instrumento implementado pelo governo do Rio de Janeiro para avaliar a transição agroecológica, começou a gerar resultados concretos…


Em 2017, eclodiu um surto de febre amarela que dizimou quase um terço da população de micos-leões-dourados. Pela primeira vez, desde o início do programa de conservação, houve queda no número de micos, que passou de 3.700 para 2.500.

Um das tarefas principais da AMLD é monitorar as populações de micos-leões-dourados e realizar, quando necessário, translocações de indivíduos para evitar consanguinidade em populações pequenas e isoladas em fragmentos de floresta.

A conservação da Mata Atlântica e dos micos-leões-dourados está estreitamente ligada ao bem estar humano. Por isso, produtores rurais dos assentamentos de reforma agrária participam continuamente das ações.

Uma das metas da AMLD é ajudar as pessoas a entender suas relações com o ambiente natural e promover ações que contribuam para a conservação do mico-leão-dourado e seu habitat, como palestras, trilhas, exposições, etc.
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